Foi numa tarde qualquer
De um dia qualquer
Num ano qualquer

Poucos puderam olhar
Muitos ouviram falar
Quase ninguém acreditou

Quem diria que logo ele,
Aquele famosinho entre os judeus,
Pudesse ser algo de importante?
No máximo um charlatão
Mentiroso

Mas ainda assim
Apesar de tantos boatos
Esse homem mostrava seus sinais
Seria, de fato, O beato?

“Não pode ser!
Ele desafia a nossa lei!
Ele quebra as nossas correntes
Liberta o nosso povo da cegueira”

Achavam serem escravos de César
Mal sabiam que, na verdade,
Escravos eram daqueles
Que pregam sua falsa fé

Mas a libertação veio!
E não podia vir em melhor hora
Mas eles não gostaram!
Os “mestres” da lei não queriam salvação

“Precisamos condená-lo!
CRUCIFICA-O!
CRUCIFICA-O!

Pobre humanidade
Mal sabia ela
Que justo naquela tarde
Cristo a lançaria à liberdade

Os homens não creram
Os homens não confiaram
Os homens se perderam
Mas Deus estendeu Sua destra
Mostrou Seu poder e Seu amor
De nós mesmos nos salvou.

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