Chega! Não podemos mais nos calar! O estrago já está ficando grande demais! Até quando vamos ficar nos lamentando pela forma que as coisas andam sendo que não fazemos nada para mudar? A Igreja existe para barrar o avanço do inferno na terra, mas o que eu vejo são pessoas coniventes e indiferentes com a ação devastadora do inimigo entre nós.
Chega! Parem de viver como se o pecado da omissão não existisse! Quem não faz nada diante do mal não é a favor do bem, mas o contrário! Se não impedimos que o mundo vire um inferno estamos tendo parte na formação desse reino de maldade. Deus nos chamou a sermos soldados, estarmos em ordem de batalha, a orar, vigiar e exortar, e não a sentar na nossa sala e rezarmos enquanto o mundo se despedaça à nossa frente!!!
O aborto foi aprovado até na Irlanda, um país majoritariamente católico! Será que é tão difícil de enxergar que a humanidade está sofrendo grandes ataques nesses últimos tempos e que não estamos fazendo nada? Se tivéssemos noção de quanta engenharia e manipulação social tem ocorrido para que esse tipo de coisa seja aprovada nos diversos congressos espalhados no mundo estaríamos indo às ruas defendendo nossos valores e defendendo aqueles que sequer tiveram a chance de nascer!
Não é cabível que em pleno século 21 tantas pessoas concordem com a ideia medieval de assassinar um ser humano dentro do útero da própria mãe! Não é possível que tentem nos enganar dizendo que é questão de escolha, questão de saúde pública ou qualquer coisa, porque não é! São apenas desculpas para mascarar as intenções assassinas de pessoas que querem fazer o que bem entenderem sem arcar com consequências, homens e mulheres! Chega de hedonismo, chega de relativismo, chega de prazer pelo prazer, chega de punir inocentes pelos crimes dos outros. Vocês são assassinos e não há discurso ou ideologia que justifique a decisão de interromper uma vida humana seja ela intra ou extra-uterina!
E o mais repugnante é a falta de coerência destes monstros que organizam discursos cheios de falácias e contradições no desespero de tentar encontrar uma justificativa que torne o aborto um ato menos hediondo.
Não é um amontoado de células! É um novo corpo com DNA diferente da mãe que, inclusive, seria expelido caso não houvesse o líquido amniótico que desse sinais para o organismo da mulher de que aquilo deve ficar ali. É tão contraintuitivo em termos de adaptações evolutivas que nos fizeram o que somos e em termos de preservação de espécie que chega a ser autodestrutivo.
Não importa o grau de formação! Com 1, 2 ou 12 semanas, se tem sistema nervoso, olhos, coração ou não, simplesmente não importa! Se por acaso vocês matariam um adulto que está em coma sem funções cerebrais sabendo que dali há algumas semanas ele voltaria um ser humano normal? Além do mais, pra que guardar memória de entes queridos mortos sendo que seus cérebros e funções corporais já não existem nem funcionam? O valor e a dignidade da vida não pode ser dado por valores biológicos, ou então nossos mortos são uma memória idiota que insistimos em guardar porque somos estúpidos. O valor da vida é intrínseco e irrevogável!
É uma vida desde o início! A própria NASA, na procura de formas de vida no espaço, considera muito menos do que o próprio zigoto como vida. Qualquer sistema que possa se replicar, seja passível de sofrer evolução darwiniana e possua material genético é considerado vida. Uma bactéria seria considerada vida, e vocês estão dizendo que o valor de um zigoto, que se tornará um ser humano completo, é menor do que o de uma bactéria????
Não importa a circunstância! Muitas militantes são contra a pena de morte, até que se chega no caso do aborto. Mesmo que o estupro seja uma realidade deplorável do ser humano, não é sequer racional penalizar uma pessoa que nem nasceu pelos crimes de um homem desordenado! A canalhice de alguém não faz com que o feto seja um canalha, mas sim quem procura justificativas para acabar com uma vida sem nem permitir que ela tenha a chance de se concretizar. "Ah, mas ele não vai ser amado, vai nascer pobre e vai virar criminoso, bla bla bla". Primeiro: você não tem nenhuma bola de cristal. Segundo: se você me diz que apoia o aborto para mulheres pobres ou para casos em que o bebê nasceria com alguma doença ou deformidade, você é um eugenista, um higienista que age de uma forma totalitária a fim de eliminar este estigma para você.
Nunca será seguro! Não me venha com a desculpa esfarrapada de que abortos ilegais não são seguros e que devemos legalizá-los porque sempre vão ocorrer. Se fosse assim por que não votamos por homicídios, estupros ou roubos assistidos? Eles sempre vão continuar acontecendo e não serão seguros, não é mesmo? Então porque não legalizá-los? Por que não usar esses investimentos milionários em clínicas para abortos "legais" para fomentar pesquisas médicas que aumentem a expectativa de vida das mulheres em gravidez de vida e dos fetos que estão para nascer? Por que não militar para que o processo de adoção seja mais eficiente e facilitado? Ou até mesmo em casas que cuidem de mulheres grávidas ou de crianças cujas mães não as desejem após o nascimento? Não venha me dizer que é "tortura" uma mulher carregar um feto por 9 meses. Se ao menos houvesse algum tipo de amparo para estas mulheres, mas não, vamos convencê-las a dilacerar seus filhos dentro de suas barrigas. Isso é tortura!!! Mente quem diz que não existe um trauma psicológico e emocional profundo para a mulher após qualquer processo abortivo.
Não é questão de escolha ou de saúde pública! Epidemias são questão de saúde pública, qual carro comprar é uma questão de escolha, colocar duas vidas - sim, duas - em risco, não é! Vocês não entendem nada de filosofia ou de lógica e tentam justificar suas intenções horrendas. Vocês acham que tomar uma decisão baseada numa ignorância, numa incerteza algo estúpido? Pois é isto que vocês estão fazendo. Estão fazendo um jogo de apostas a cerca da vida daquela pessoa dentro do útero e decidindo matá-la se baseando nas suas incertezas. Ainda que não soubéssemos se é uma vida ou não, isso por si só seria a maior justificativa para não abortar!
Por fim, parem de demonizar a maternidade! Malditos sejam aqueles que dizem que ter filhos é um problema! Nossa sociedade e nossa espécie foi perpetuada por causa das nossas famílias, por causa das doações de várias bravas mulheres que dedicaram suas vidas a educar novos cidadãos e incentivá-los a fazer do mundo um lugar mais justo. Vocês estão apenas dilacerando este direito e esta beleza para poderem fazer sexo sem ter que lidar com as consequências. Gente, está determinado! É assim que o organismo funciona! O encontro entre gametas gera um novo indivíduo! Não há como mudar isso, é a maneira como a natureza funciona. Vocês sabem muito bem o estrago que o ser humano faz quando tenta alterar a natureza, então parem com esta hipocrisia e enxerguem que não há justificativa boa o suficiente para que o assassinato de inocentes seja algo bom! O nazismo já foi legal, o racismo já foi legal e até o genocídio já foi legal. Ser legal ou ilegal não é diretriz para dizer se algo é bom ou se deve ser feito. Saiam desta ilusão doentia antes que a vida intrauterina se torne a nova vítima de um holocausto!
Agora, para nós cristãos, se formos coniventes com este mal apenas teremos conta maior para prestar com Deus. Se vocês ainda se importam com o mundo que vão deixar para os seus filhos e com a salvação deles, não se calem! A morte nunca pode ser a solução!

 Este é um texto que começo a produzir sem saber aonde serei levada. Por mais corda-bamba que seja, textos assim não são tão comuns no meu dia a dia, principalmente quando sei que tais palavras poderão alcançar muitas pessoas. No entanto, me lembrei de um ensino que ouço desde muito cedo: "o mal tentará derrubar você através de sua maior fraqueza, e é vencendo em Cristo que sua maior fraqueza se transformará em testemunho de renovação". É por isso que no auge de mais uma inconstância espiritual, meu maior desafio na caminhada de fé, decidi produzir novamente.
Sei que o estado de inconstância é um dos maiores males que nos perturbam e perturbam nossos irmãos em Deus. É difícil saber quando ela virá nos atrapalhar, e muitas vezes sequer nos reconhecemos capazes de impedi-la; somos humanos, e por isso somos imperfeitos, e por isso somos fracos. Todas as batalhas são duras e em todas elas corremos grandes riscos, sobretudo espirituais. Acontece que o enfrentamento se torna especialmente dolorida quando travada frequentemente; como persistir no estudo da Palavra e na vida de oração se todas as minhas tentativas se arrefecem em semanas, às vezes em dias? Como acreditar que meus "modelos espirituais" (padres, pastores, youtubers etc.) lutam as mesmas lutas que eu, se eles não parecem parar como eu paro? Como me inspirar e me sustentar em Cristo, se tudo o que me aproxima d'Ele envolve renúncias, escolhas duras e resistência/persistência, justamente por isso me causando cansaço e me levando a não continuar tentando? Como dedicar tempo e esforços a Deus,  se meu trabalho, minha escola, minha faculdade e todos os meus outros compromissos também demandam que eu lhes dedique tempo e esforços - como me dividir em tantas versões, como deixar tantas cobranças em dias?
Por esses dias me deparei com uma passagem que me fez pensar um pouco sobre o que ando fazendo pela minha vida espiritual. Trata-se de Marcos 12, 41-44:
"Jesus sentou-se perto da caixa de ofertas do templo  e ficou observando o povo colocar o dinheiro. Muitos ricos contribuíram com grandes quantias. Então veio uma viúva pobre e colocou duas moedas pequenas.
Jesus chamou seus discípulos e disse: 'Eu lhes digo a verdade: essa viúva depositou na caixa de ofertas mais que todos os outros. Eles deram uma parte do que lhes sobrava, mas ela, em sua pobreza, deu tudo o que tinha".
Os ricos, ao darem uma parte de seus altos lucros, fizeram pouco ou nenhum sacrifício, enquanto a pobre viúva, em sua humildade, tendo tão pouco para si e para dar, ofertou tudo o que tinha, sem reter coisa alguma para si. Sinto que isso quase nada tem a ver com dinheiro de fato; trata-se, em verdade, de nossas ofertas espirituais a Deus. Se deixamos para oferecer apenas o esforço que nos sobra, o tempo que nos sobra, as chances que nos sobram, reteremos para nós (ou para outros quaisquer) a maior parcela de nossas possibilidades, entregando a Cristo apenas aquilo que não nos faria falta, por isso mesmo qualificado como "sobra", restos - qualquer coisa sem grande importância. No entanto, ao percebemos que todo a nossa vida, todos os nossos projetos, nossos quereres, nossos amores e nossas raivas, toda a nossa existência deve ser verdadeiramente entregue aos desígnios de Jesus para que, de fato, absolutamente nada fique sob o jugo da nossa imperfeita condição - tudo de nós deve ser orientado, guiado e lapidado pelas mãos de nosso Pai. E isso me parece ter muita relação com a inconstância, pois acredito que a maior causa dela seja o conflito de prioridades. Quantas vezes fomos criticados, até mesmo por nossa família, pela quantidade de tempo que dedicamos aos serviços na igreja? Quantas vezes deixamos a oração da manhã 'para depois' por acordamos atrasados ou por termos um compromisso mais cedo que o habitual? Quantas vezes poderíamos ter feito, a caminho do trabalho, uma reflexão sobre um versículo bíblico de duas linhas - mas preferimos ouvir uma música qualquer para espairecer e relaxar o cérebro?
Não quero dizer com isso que precisamos preencher todas as horas do nosso dia com orações, estudos e pregações baixadas do Youtube a serem ouvidas nos ônibus e metrôs da vida. Precisamos, sim, de entretenimento, tempo livre, tempo com nossos familiares e amigos, tempo para nós mesmos. Mas, se decidimos de fato viver com Cristo, para Cristo, por Cristo e em Cristo precisamos também assumir e respeitar compromissos verdadeiros com Ele. Acima de todos os nossos amores precisar estar o amor de Deus por nós e nosso amor por Deus. Você ama verdadeiramente seus pais e seus irmãos porque, antes de amá-los, ama a Deus acima de tudo. Você honra seu esposo e é fiel a ele porque, acima de tudo, honra a Cristo e a Ele você é fiel. Você renuncia às artimanhas do pecado e se afasta de certos ambientes e de certas relações porque, acima de tudo, você prima pela pureza de alma e de coração a que Jesus lhe chama. Deus é a minha maior prioridade? Se sim, mesmo quando a minha vontade de orar for igual a zero, orarei, pois honrá-Lo e glorificá-Lo será um desejo mais forte que todas as minhas resistências; a insistência em tempos de deserto se tornará hábito e o hábito se tornará necessidade, pois a intimidade com Jesus é alcançada e conquistada, ou seja, é necessário buscá-la.
Contudo, se Deus ainda não é a minha prioridade, preciso entender se eu verdadeiramente O conheço e se verdadeiramente entendo a relevância que Ele tem para a constituição de tudo o que existe e de tudo o que sou; tal entendimento se conquista através de estudos e de reflexões, através de aconselhamentos feitos por pessoas preparadas e confiáveis e, acima de tudo, pela concessão de fé  que Deus me dá quando vê que eu desejo voltar para casa.
A frase que mais repito em minhas orações é: "Jesus, eu creio, mas te peço: aumentai a minha fé!". Nunca vivenciaremos a total grandeza do Pai, o que significa dizer que Ele sempre poderá nos dar mais e mais de seu Amor - daí nossa confiança e esperança ao Lhe pedir por mais! Tudo acontecerá no tempo planejado por Ele; nosso papel, contudo, é facilitar o caminho para nós mesmos. Do contrário, seremos nosso próprio Golias no caminho para a santidade.

Não sei se retomarei meus estudos da Palavra, não sei se minhas orações durarão 10min ou 1h. Não escrevi esse texto para mim, mas sim para você, seja você quem for, que estivesse precisando dessas palavras. Eu não fui feita para ser seu modelo, pois, se eu fosse, você estaria fracassado desde já; na verdade, nosso modelo é o mesmo: Cristo.

Espero que você possa ser mais resistente e persistente que eu. E, se eu puder, humildemente, lhe pedir algo, peço apenas isto: ore por mim quando se lembrar deste texto.
 Farei o mesmo por você quando eu estiver escrevendo.

Estamos no mês das vocações. Cada domingo do mês de agosto é dedicado a uma vocação; o segundo é família. Daremos o destaque inicial para essa vocação, pois tudo parte da família e ao mesmo tempo tudo se dirige à família. Nesse texto daremos continuação ao da semana passada sobre catequese, visando o papel da família.
As famílias são chamadas a se comprometerem, a partir do ambiente familiar, com o mesmo projeto. Ao responderem sim a Deus, fazem uma aliança não somente com seus membros, mas com toda a humanidade, vista como a grande família de Deus. Assim, a vocação comporta sempre uma missão que se realiza na especificidade das relações familiares (cuidado e educação dos filhos), eclesiais (cuidado pastoral e evangelização de outras famílias) e sociais (solidariedade, promoção do bem comum e transformação das estruturas sociais injustas, cuidado com o meio ambiente), como ensinam os bispos no Relatório Final do Sínodo dos Bispos sobre a Família (n. 93).
Quando tocamos na problemática familiar na educação cristã dos filhos isso nos remete à catequese. A educação dos filhos hoje virou problema pra qualquer um resolver menos a família. Ser pai, mãe ou responsável ganhou a função de exigir a qualquer um a ter a responsabilidade e obrigação de assegurar o conhecimento para os seus. E na catequese surgem crianças e jovens nas turmas sem se quer saber uma oração ou o simples e necessário sinal da cruz. Bases familiares religiosas não são mais vistas como principio básico e necessário nas famílias e isso é preocupante e triste. Falar de vocações é também questionar. A quem se sente chamado, uma reflexão: Dentro da minha vocação, estou disposto a aceitar ser tudo por Deus e para Deus?
Para os jovens de hoje a vocação familiar é a "mais aceita", já que o sacerdócio está cada vez mais distante das escolhas atuais. Mas mesmo parecendo ser óbvio que um dia vão se casar e ter filhos, o sacramento do matrimonio virou função última, virou uma "aposentadoria". Vou explicar melhor: Ter uma família hoje depende, na visão de muitos, de como a vida será vivida.  Os filhos vêm por último, depois de ter os estudos concluídos, depois da estabilidade financeira, depois de conhecer vários países, depois de conhecer e se envolver com diversas pessoas. Casamento hoje é última instância e quando mais nada tiver a ser feito, é então que se pensa em "descansar" e desfrutar das conquistas com um "exemplo de família bem sucedida e feliz".
"O desejo da família permanece vivo nas jovens gerações." (Padres Sinodais) 
Engana-se quem pensa que apenas a vocação sacerdotal e consagrada que nos pede tudo para Deus. Engano seu pensar que basta, apenas, ter uma celebração na Igreja para ser um casamento abençoado e santo. A vocação é sim diário. É renuncia diária e doação, percas, sacrifício diários por toda a vida. 
Sempre achei fascinante como em alguns encontros familiares os casais de apresentam como:
- Eu sou o João da Ana.
- Eu sou a Ana do João.
Um é do outro. Isso só é possível quando ambos olham para a mesma direção, quando ambos sabem de quem e para quem o seu matrimonio deve ser direcionado. Casar é fácil, ter um marido é fácil, dizer que sua vocação é a família só porque tem medo de não saber entregar a vida como os padres e freiras dedicam, é mais fácil ainda. Mas esse texto com problemáticas brevemente apresentadas quer te dizer que, antes de qualquer outra vocação, vem a família. Depois de toda vocação, é para família que elas são dirigidas. Um padre que e assessor da pastoral familiar da minha diocese, ao ser questionado por mim sobre o que pra ele é a vocação familiar, me disse:
"A vocação familiar é um chamado a participar no projeto sonhado por Deus - unitivo e procriativo." (Pe. Wagner Jose)
Esse padre, assim como tantos outros padres assessores, é um sacerdote que trabalha com as famílias, e mesmo que não seja sua vocação, o seu sacerdócio o leva para a vocação familiar. Como chamado de Deus, não podemos "levá-la com a barriga"; deixar a educação dos filhos pro estado ou criá-los na frente do celular. Precisamos zelar por esse presente de Deus e não nos esquecer que as almas dos que habitam em casa é minha responsabilidade.
Papa Francisco presenteou todos com uma Exortação apostólica pós-sinodal que deveria ser a leitura preferida de todas as famílias. AMORIS LAETITIA ao falar sobre o amor na família nos exorta a repensar não apenas isso tratado aqui nesse texto, mas todas as nossas perspectivavas diárias. Todo mês de agosto após o domingo dedicado aos pais e à vocação familiar, é realizado em nossas paróquias a "Semana da Família". Um evento precioso para refletir e rezar em família. Te convido a procurar se há algum evento semelhante na sua comunidade e participar.
Rezemos sempre por nossas famílias, seja qual for nossa vocação. E se a sua for familiar, peço que repense não a sua vocação, mas o objetivo dela. Não espere muito do outro ou do que vocês já conquistaram solteiros, e sim do motivo maior de fazer parte de um sonho sonhado por Deus. Que a família nunca seja motivo de fuga ou de procura por uma fácil vocação porque ela não é. A família é lar inicial das vocações e ja sabemos que um bom filho sempre retorna para casa.
Que a Santíssima Trindade derrame sobre você, a sua família e todas as famílias do mundo as graças e conversões necessárias para uma Iniciação Cristã e uma vivência orante da Palavra.
Faça com que esse mês vocacional seja de ações concretas em sua vida e na vida da comunidade.
Salve Maria!